Saúde / Marechal Cândido Rondon 24 de fevereiro de 2020 08h14

Secretaria de Saúde passa com o fumacê nas regiões do Eron Domingues, UPA 24 Horas e hospitais Cruzatti e Rondon

Para amenizar a situação, o Setor de Endemias realizou neste domingo, durante o dia, um trabalho denominado de “raio”...

A cada dia que passa, dezenas de casos de dengue são confirmados em Marechal Rondon. O munícipio vive uma situação de epidemia. De acordo com a Secretaria de Saúde, até o meio-dia deste domingo (23), são 316 casos confirmados. Número este mais que dobrou em quatro dias.

Para amenizar a situação, o Setor de Endemias realizou neste domingo, durante o dia, um trabalho denominado de “raio”, que constituiu em uma “varredura”, por parte dos agentes de endemias, em todos os imóveis da região do Colégio Eron Domingues, da UPA 24 Horas e dos hospitais Cruzatti e Rondon, para eliminar todos os criadouros do mosquito. Após este trabalho aconteceu o bloqueio, através de fumacê com bomba costal, cujo inseticida é oriundo do Governo do Estado, e é aplicado para eliminar os mosquitos já eclodidos.

De acordo com a secretária de Saúde, Marciane Specht, as regiões escolhidas para o bloqueio, são as de maior concentração de pessoas que tem suspeitas de pessoas com casos de dengue, como também de criadouros do mosquito.

"Pede-se que a população abra portas e janelas, para que as micropartículas cheguem em todo o imóvel e assim eliminem os mosquitos", alerta Marciane.

"Vale lembrar que a maior contribuição da população é eliminando os criadouros da dengue. Se não tivermos essa ajuda, não vamos vencer essa luta, por mais que nós do poder público realizamos ações diversas, como arrastões, campanhas de conscientização, bloqueios, etc", completa Marciane.

A secretária de Saúde lembra que o município se antecipou e conseguiu a liberação de 180 litros do inseticida, através do Governo do Estado, para que fosse pulverizado com equipamento costal.

Segundo o chefe do Setor de Endemias, Sergio Radke, os 180 litros não são suficientes. A chegada de mais inseticida depende do recebimento por parte da Secretaria de Estado de Saúde. E segundo a Regional de Saúde, o produto está sendo parado na alfândega.

Já a liberação do fumacê com os carros depende do Governo do Estado.

Com informações: Assessoria.

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