Tecnologia / Brasil 30 de janeiro de 2019 14h11

Grupo investe em apps para avançar no varejo online de comida

Fomentar o e-commerce, testar novos formatos de loja…

Fomentar o e-commerce, testar novos formatos de loja e apostar em meios de pagamento digitais estão na agenda do GPA para 2019. O presidente da companhia, Peter Estermann, diz que a meta é se manter na liderança da venda online de alimentos. "No e-commerce alimentar, o negócio tem de ser viável. A última linha (lucro) tem de ser positiva", diz o executivo, que aponta o custo logístico brasileiro como principal desafio. Para reduzir os custos, a companhia começou a entregar pedidos do e-commerce usando mercadorias de lojas próximas à casa dos consumidores.

O modelo funciona atualmente em 70 lojas e a meta é mais que dobrar, para 150. Também para driblar o desafio logístico, o GPA resolveu testar a transformação de um de seus hipermercados em um mini centro de distribuição. O projeto piloto na região do Morumbi, em São Paulo, pode servir para ajudar a empresa a expandir o e-commerce e viabilizar o avanço dos mercadinhos. As lojas de pequeno porte, abertas com as bandeiras Minimercado Extra e Minuto Pão de Açúcar, precisam de abastecimento frequente. Ao mesmo tempo, a companhia se aproxima de startups e busca incrementar o uso de aplicativos. Em dezembro, o GPA comprou o aplicativo de entregas James Delivery, mirando ter seu próprio "super app".

A expressão ficou famosa por conta do sucesso na China de aplicativos como o We Chat, capazes de resolver diversos tipos de necessidade dos consumidores, de pedir comida a chamar um táxi ou fazer pagamentos. Os esforços no mundo digital incluem a intenção de lançar uma plataforma própria de pagamento. Na Via Varejo, há planos para lançamento de uma carteira digital até o fim deste ano, projeto que resulta da parceria com a fintech AirFox. Formatos. 

O GPA acelerou os testes de novos formatos de loja. No momento, está também em fase piloto uma combinação de mercadinho com drogaria. A primeira loja fica no bairro da Mooca, em São Paulo. Segundo o presidente Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, Eduardo Terra, a corrida do ouro do varejo online de alimentos está só começando. Ele calcula que o online é menos de 1% do varejo de alimentos como um todo.

Com informações: Jornal O Estado de S. Paulo.

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