Política / Brasil 01 de junho de 2018 17h56

Senado aprova criação do Grupo Parlamentar Brasil-Coreia do Norte

A proposta, do senador Fernando Collor (PTC-AL), tem a finalidade de incentivar e desenvolver as relações bilaterais entre os Poderes Legislativos dos dois países...

Edilson Rodrigues/Agência Senado
Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (30) a criação do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Coreia do Norte, na forma do projeto de resolução (PRS) 18/2018. A proposta, do senador Fernando Collor (PTC-AL), tem a finalidade de incentivar e desenvolver as relações bilaterais entre os Poderes Legislativos dos dois países. O texto segue para promulgação.

Desde 2009, o Brasil possui uma embaixada localizada na Coreia do Norte e é o único país latino-americano com embaixadas residentes nas duas Coreias. A instituição do grupo de amizade é a primeira ação da “agenda de 6 pontos” de Collor. O senador visitou a Coreia do Norte em missão oficial no fim de abril e, como presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), comprometeu-se a avançar na pauta de cooperação dos países.

O relator do projeto, senador Pedro Chaves (PRB-MS), destacou que a criação do grupo vai proporcionar mais integração entre os países num momento em que a Coreia do Norte se reaproxima de outros atores internacionais.

Imigração chinesa

O Plenário também aproou o PLC 42/2018, que estabelece 15 de agosto como o Dia Nacional da Imigração Chinesa no Brasil. A data foi a escolhida porque neste dia, em 1900, ocorreu a chegada oficial dos primeiros imigrantes chineses a São Paulo, segundo registros oficiais. O texto segue para sanção.

A relatora na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) foi a senadora Marta Suplicy (MDB-SP), que recomendou a aprovação da proposta. Durante a votação, Marta lembrou que o Brasil é hoje um dos principais destinos do imigrante chinês. Segundo dados da Polícia Federal, os chineses representam cerca de 5% do número de imigrantes registrados no país. Ela lembrou que a comunidade chinesa no Brasil só é menor do que as existentes na Bolívia, nos Estados Unidos e na Argentina.

Com informações: Senado.

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