Religião / Reflexão 01 de dezembro de 2017 07h55

Paulo Exalta a Cruz

Decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e Este crucificado. … A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder. 1Coríntios 2:2 e 4.

Fora hábito de Paulo adotar um estilo oratório em sua pregação. Era ele homem capaz de falar perante reis, perante os grandes e sábios de Atenas, e suas aquisições intelectuais foram-lhe muitas vezes de valor em preparar o caminho para o evangelho. Procurara assim proceder em Atenas, defrontando eloquência com eloquência, filosofia com filosofia, e lógica com lógica; mas não alcançou o êxito que esperara. Sua intuição o levou a compreender que havia algo mais necessário, acima da sabedoria humana. … Devia receber seu poder de uma fonte mais alta. A fim de convencer e converter pecadores, o Espírito de Deus teria de participar de seu trabalho e santificar todo o desdobramento espiritual.

Mas para Paulo, a cruz era o único objeto de supremo interesse. Desde que fora detido em sua carreira de perseguição contra os seguidores do crucificado Nazareno, jamais cessara de se gloriar na cruz. … Ele sabia por experiência pessoal que quando um pecador uma vez contempla o amor do Pai, como se vê no sacrifício de Seu Filho, e se rende à divina influência, tem lugar uma mudança de coração, e desde então Cristo é tudo em todos.

Por ocasião de sua conversão, Paulo foi inspirado com o incontido desejo de ajudar seus semelhantes a contemplar a Jesus de Nazaré como o Filho do Deus vivo, poderoso para transformar e para salvar. Desde então sua vida fora inteiramente dedicada ao esforço para retratar o amor e o poder do Crucificado. … Os esforços do apóstolo não estavam restringidos à pregação pública; muitos havia que não poderiam ser alcançados desta maneira. … Visitava os enfermos e tristes, confortava os aflitos, animava os oprimidos. Em tudo o que dizia e fazia engrandecia o nome de Jesus. …

Paulo reconheceu que sua suficiência não estava em si próprio, mas na presença do Espírito Santo, cuja benigna influência enchia-lhe o coração. …

O eu fora apagado; Cristo foi revelado e exaltado. 

Com informações: Meditação.

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