Religião / Reflexão 07 de setembro de 2017 07h59

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Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. Orei ao Senhor, meu Deus, confessei. Daniel 9:3 e 4.

Levando ainda o fardo pelo bem de Israel, Daniel estudou de novo as profecias de Jeremias. Elas eram muito claras – tão claras que ele compreendeu por esses testemunhos registrados em livros “que o número de anos de que falou o Senhor ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos” (Daniel 9:2).

Com fé fundada na segura palavra da profecia, Daniel pleiteou do Senhor o imediato cumprimento dessas promessas. Suplicou que a honra de Deus fosse preservada. Em sua petição ele se identificou plenamente com os que não tinham correspondido ao propósito divino, confessando os pecados deles como seus próprios. 

Que oração não foi aquela que procedeu dos lábios de Daniel! Que humilhação de alma não revela! O calor do fogo celeste acompanhou as palavras que ascendiam para Deus. O Céu respondeu àquela oração, enviando a Daniel o seu mensageiro. Nestes nossos dias as orações feitas da mesma forma, prevalecerão diante de Deus. “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16). Como nos tempos antigos, fogo desceu do Céu e consumiu o sacrifício sobre o altar quando foi feita oração, assim, em resposta a nossas orações, o fogo celeste penetrará nossa alma. Pertencer-nos-ão a luz e poder do Espírito Santo. …

Porventura não temos nós tão grande necessidade como Daniel, de invocar o Senhor? Dirijo-me aos que creem que vivemos no derradeiro período da história da Terra. Insto convosco a que imponhais a vossa alma a preocupação quanto a nossas igrejas, nossas escolas, nossas instituições. O Deus que ouviu a oração de Daniel ouvirá a nossa, se a Ele nos chegarmos em contrição. Nossas necessidades são igualmente urgentes, nossas dificuldades igualmente grandes, e carecemos da mesma intensidade de propósito para, com fé, transferir nosso peso de preocupação para o seu grande Portador. Há necessidade de que os corações sejam, em nossos dias, comovidos tão profundamente como quando Daniel orou. 

Com informações: Meditação.

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