Religião / Reflexão 17 de outubro de 2017 07h50

Não Sou Digno

Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé. Mateus 8:10.

O centurião não pôs em dúvida o poder do Salvador. … Nunca vira o Salvador, mas as notícias que lhe chegaram aos ouvidos lhe inspiraram fé. … Nos ensinos de Cristo, segundo lhe haviam sido comunicados, encontrara aquilo que satisfazia às necessidades da alma. Tudo quanto havia de espiritual dentro dele, correspondera às palavras do Salvador. Sentira-se, porém, indigno de chegar à presença de Jesus e apelara para os anciãos dos judeus, a fim de fazerem o pedido quanto à cura do servo. 

Mas, a caminho para a casa do centurião, Jesus recebe uma mensagem do próprio oficial aflito: “Senhor, não Te incomodes, porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado” (Lucas 7:6).

Todavia, o Salvador prossegue em Seu caminho, e o centurião vai em pessoa para completar a mensagem, dizendo: “Nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: Vai; e ele vai; e a outro: Vem; e ele vem; e ao meu servo: Faze isto; e ele o faz” (Lucas 7:7 e 8). …

“Vai”, disse Cristo, “e como creste te seja feito. E, naquela mesma hora, o seu criado sarou” (Mateus 8:13).

Os anciãos judaicos haviam recomendado o centurião a Cristo por causa do favor mostrado a “nossa nação”. “É digno…”, disseram eles, “porque… ele mesmo nos edificou a sinagoga” (Lucas 7:4 e 5). Mas o centurião disse de si mesmo: “Não sou digno” (Lucas 7:6). 

Seu coração fora tocado pela graça de Cristo. Viu a própria indignidade; não temia, no entanto, pedir auxílio. Não confiava na própria bondade; o argumento que apresentava era sua grande necessidade. Sua fé apegou-se a Cristo em Seu verdadeiro caráter. Não cria nEle apenas como operador de milagres, mas como o amigo e salvador da humanidade.

É assim que todo pecador, se deve aproximar de Cristo. … Renunciando a toda confiança própria, podemos olhar à cruz do Calvário e dizer: “O preço do resgate eu não o tenho; à Tua cruz prostrado me sustenho”. 

Com informações: Meditação.

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