Religião / Reflexão 11 de agosto de 2017 08h00

Não no Carro de Fogo

Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam. Apocalipse 14:13.

Não foi dado a Eliseu seguir seu mestre num carro de fogo. Sobre ele o Senhor permitiu que viesse uma prolongada enfermidade. Durante as longas horas de sofrimento e fraqueza humana, sua fé permaneceu posta nas promessas de Deus, e ele sentiu sempre em torno de si mensageiros celestiais de conforto e paz. Como nos altos de Dotã ele vira os exércitos circundantes do Céu, os carros de fogo de Israel e seus cavaleiros, estava ele agora cônscio da presença cheia de simpatia dos anjos; e foi sustentado. Através de sua vida havia exercido forte fé; e ao avançar no conhecimento das providências de Deus e de Sua graciosa bondade, a fé havia amadurecido em inamovível confiança em Deus; e quando a morte o chamou, ele estava pronto para repousar de seus labores. …

Eliseu podia dizer com toda a confiança: “Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá” (Salmos 49:15). E com alegria podia testificar. “Eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra” (Jó 19:25). “Quanto a mim, contemplarei a Tua face na justiça; satisfar-me-ei da Tua semelhança quando acordar” (Salmos 17:15). 

Cristo reivindica como Seus, todos aqueles que creram em Seu nome. O poder vitalizante do Espírito de Cristo, a habitar no corpo mortal, liga a Jesus Cristo toda a alma crente. Os que creem em Jesus são sagrados ao Seu coração; pois sua vida está escondida com Cristo em Deus. …

Que manhã gloriosa não será a manhã da ressurreição! Que cena maravilhosa se abrirá quando Cristo vier, para Se fazer admirado em todos os que creem! Todos os que foram participantes da humilhação e sofrimentos de Cristo serão participantes de Sua glória. Pela ressurreição de Cristo, todo santo crente que adormece em Jesus, sairá, triunfante, de seu cárcere. Os santos ressurgidos proclamarão: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” (1Coríntios 15:55).

Com informações: Meditação.

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