Justiça recebe denúncia e Manvailer passa a ser réu pelo feminicídio de Tatiane Spitzner - Marechal Online

Policial / Paraná 08 de agosto de 2018 16h45

Justiça recebe denúncia e Manvailer passa a ser réu pelo feminicídio de Tatiane Spitzner

Decisão foi emitida pela juíza de direito Paola Gonçalves Mancini e divulgada na tarde desta quarta (8)...

Luís Felipe Manvailer passa a ser réu no caso da morte da advogada guarapuavana Tatiane Spitzner, 29 anos. A decisão de recebimento da denúncia pela Justiça foi divulgada na tarde desta quarta feira (8), após o posicionamento da juíza de direito Paola Gonçalves Mancini. O oferecimento da denúncia contra o professor universitário foi oficializado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) nessa segunda feira (6).

A partir da decisão de recebimento, Manvailer, que já está preso há 18 dias, na Penitenciária industrial de Guarapuava (PIG), passa a ocupar a posição de réu neste caso. Contra ele pesam as acusações dos crimes de homicídio qualificado – com quatro qualificadores-, fraude processual e cárcere privado. Manvailer deve agora, perante a decisão da juíza, ir a julgamento.

A partir de agora, Manvailer e sua defesa tem o prazo de 10 dias para responder à acusação, por escrito, “podendo arguir preliminares e alegar tudo que interesse a sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas até o máximo de oito (pena máxima igual ou superior a 4 anos) ou cinco (pena máxima inferior a 4 anos), qualificando-as e requerendo sua intimação, caso necessário”, diz o documento.

PEDIDO DE TRANSFERÊNCIA DE MANVAILER

No que se refere a solicitação da defesa de Luís Felipe Manvailer para que o professor seja transferido da Penitenciária industrial de Guarapuava (PIG) para o Complexo Médico Penal (CMP) de Pinhais, a juíza Paola Gonçalves Mancini declarou que “o juízo da Vara de Corregedoria dos Presídios de Guarapuava já adotou as providências necessárias para análise de eventual remoção”.

Por conta disso, a juíza manifestou, ainda, que “deixa de decidir sobre a matéria, nesta oportunidade”. Não há previsão de data para quando o despacho sobre este assunto deve ocorrer.

Em Guarapuava, a promotora Dúnia Serpa Rampazzo já encaminhou um ofício ao secretário de saúde municipal Celso Góes, solicitando psiquiátrica e psicológica com urgência para Manvailer.

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